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Batata transgênica é registrada na Argentina

    Hortifruti    24/09/2018

“A cultura tem várias limitações para expressar seu potencial de rendimento máximo”

O Ministério da Agricultura da Argentina concedeu o registro para a batata transgênica resistente ao vírus PVY, que já havia sido aprovada pela Comissão de Assistência de Biotecnologia Agropecuária (Conabia) em 2015. De acordo com o agrônomo Julian Pérez Pizarro, a cultura tem sofrido muito com doenças nos últimos anos.

“A cultura tem várias limitações para expressar seu potencial de rendimento máximo como pragas e algumas doenças. As maiores perdas de rendimento são produzidas por nematoides e vírus, que afetam diretamente o desenvolvimento das plantas e determinam perdas significativas de produtividade”, comenta.

A batata transgênica é o resultado do trabalho de cientistas argentinos do Concelho Nacional de Investigações Científicas Técnicas (CONICET), em conjunto com a empresa Tecnoplant. Segundo o Conselho Argentino de Informação e Desenvolvimento da Biotecnologia (Argenbio) esse produto irá resolver um problema de produção que permitirá uma economia de US$ 40 milhões por ano para os agricultores.

O vírus, que é transmitido por insetos, pode causar infecções graves e persistir nas gerações subsequentes de tubérculos. De acordo com a Argenbio, em alguns casos, as infecções podem ser devastadoras e causar perdas de até 70%. O agrônomo Paolo Andres Sanchez Angonova, informou que é extremamente difícil de controlar esse problema, porque esse tipo de vírus possui diversas variações.

“As raças mais comuns são vírus PVYº, PVYC e PVYN, com aparições de novas estirpes de vírus que servem como novas fontes de inóculo para raças como NTN, produzindo sintomas em tubérculos”, informa.

Fonte: Agrolink

 

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Produtor de Mirtilos congela pomar para evitar perdas

    Hortifruti    29/08/2018

O produtor de mirtilo e engenheiro agrônomo Juliano Sutil Gorchevski utiliza técnica de congelamento do pomar para evitar perdas com geada.

O objetivo da técnica de envolver as flores e ramos do mirtilo com gelo é proteger do rompimento celular que pode ocorrer à partir de -2ºC. Provoca-se a formação de uma camada de gelo sobre as plantas através da aspersão de água durante um período constante, sem interrupção, quando as temperaturas estão baixas. Normalmente ligamos a aspersão quando a temperatura na noite anterior da geada começa a baixar, chegando em 2 a 3º positivos e somente desligamos a aspersão quando acontecer o desgelo total das plantas na manhã seguinte. Essa técnica é utilizada em todo o mundo, não só para mirtilo.

Funciona assim: As flores e frutas possuem em seu conteúdo aquoso sólidos solúveis, que baixam o seu ponto de congelamento/fusão. Então a água pura livre tem ponto de congelamento a 0ºC, a seiva das flores possuem um ponto de congelamento em torno de -2ºC e dos frutos em torno de -º1C. Isso varia conforme o desenvolvimento e a cultura. Portanto, o gelo formado pela aspersão está a 0ºC, como a água fica caindo constantemente sobre ele rouba energia do sistema não deixando ele baixar de 0ºC.

O princípio físico é o seguinte: as plantas podem ser irrigadas por aspersão quando a temperatura estiver próximo ao ponto de congelamento. Conforme a água se congela sobre as plantas, o calor de fusão é liberado. Continuando o congelamento, a temperatura permanece em torno de 0ºC. A aspersão deve continuar até o amanhecer ou até que a temperatura tenha se elevado o suficiente para impedir a formação do gelo. Portanto, quando se utiliza a irrigação por aspersão, a perda de calor da água para o meio é estabelecida pelo calor específico da água e pelo calor latente de fusão. Isso faz com que a temperatura permaneça até um pouco superior a 0ºC nas folhas, flores e ramos, mesmo que a temperatura do ambiente esteja baixa.

Por: Eng. Agrônomo Eduardo Pagot e Eng. Agrônomo Juliano Sutil Gorchevski

Fonte: hfrural.com

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TOMATE/CEPEA: Tomaticultura começa a se recuperar em 2018

    Hortifruti    29/08/2018

Confira os preços médios nas principais regiões produtoras

Piracicaba, 28 – A safra de verão 2017/18 (novembro/17 a junho/18) de tomate fechou com preços 36,75% acima dos custos de produção. Na primeira parte da temporada de inverno, em curso, apesar dos preços mais baixos em junho e julho, a rentabilidade também ficou positiva. É o caso de Mogi Guaçu (SP), onde a produção entre maio e junho somou 390 cx/mil pés, preço ponderado de R$ 35,59/cx e custos de R$ 25,25/cx.

Sumaré (SP), que na primeira parte da temporada de inverno produziu 360 cxs/mil pés, teve preço médio ponderado de R$ 39,43/cx e rentabilidade positiva de 13,8%. Paty do Alferes (RJ) enfrentou problemas com a produção em maio, mas as cotações também fecharam no azul até junho: R$ 30,60/cx, 31,15% maior que os custos (R$ 23,33/cx).

Em Venda Nova do Imigrante (ES), entre abril e junho, a caixa foi vendida por R$ 34,44, valor 12,33% superior aos custos de produção (R$ 30,66/cx). Em Araguari (MG), de março a junho, a rentabilidade foi 19% maior, com preço médio ponderado de R$ 30,18/cx.

Apesar desses bons números, não são todos os produtores que se capitalizaram, visto que alguns tiveram produtividade mais baixa e tomates com menores calibre e qualidade, interferindo diretamente nas cotações. Até mesmo aqueles produtores que conseguiram receita positiva na safra de inverno ainda têm dívidas de anos anteriores, sem contar a inadimplência. Assim, pode-se concluir que 2018 é um ano de recuperação para o setor, e não de forte capitalização.

Fonte: hfbrasil.org.br

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CENOURA/CEPEA: Preços caem em MG

    Hortifruti    27/08/2018

Raízes vinham de duas semanas seguidas de alta

Piracicaba, 24 – A oferta de cenoura na região de São Gotardo (MG) aumentou nesta semana (20 a 24/08) pressionando as cotações, após duas semanas consecutivas de alta. A caixa de 29 kg da cenoura “suja” foi vendida por R$ 22,67, em média, queda de 9,3%. O volume de raízes colhidas foi maior devido à intensificação da colheita das variedades de inverno na praça. Com o clima favorável à produção, o rendimento está alto e alcançou, nesta semana, 79 t/hectare.

Apesar da boa qualidade das raízes, a expectativa para as próximas semanas não é animadora aos produtores, visto que a oferta pode se elevar ainda mais. Além disso, colaboradores do Hortifruti/Cepea afirmam que as vendas não estão boas – os clientes estão comprando em menores quantidades, resultando em acúmulo de cenouras nas lavouras. A menor saída é acarretada pelo fim do mês, período no qual comumente se vende menos.

Fonte: hfbrasil.org.br

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MANGA/CEPEA: Exportações batem recorde em receita e em volume

    Hortifruti    23/08/2018

Envios aos EUA, contudo, têm início lento

Piracicaba, 22 – As exportações brasileiras de manga estão registrando mais um ano com bom desempenho. Tanto em volume quanto em receita, os patamares atingidos são recordes de toda a série histórica da Secex (Secretaria de Comércio Exterior).

Segundo dados da Secex, o País enviou ao exterior, entre janeiro e julho, 57,3 mil toneladas da fruta, alta de 8,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Em receita, foram arrecadados pouco mais de US$ 64 milhões, praticamente estável na mesma comparação. Apesar da estabilidade na receita, pesa positivamente sobre a remuneração de exportadores a valorização do dólar frente ao Real.

Em agosto, se iniciaram as exportações brasileiras aos Estados Unidos, que devem se prolongar até a primeira semana de dezembro, segundo o National Mango Board. A previsão da entidade é de envio de aproximadamente 31,2 mil toneladas de manga, sendo a variedade tommy a principal. Neste início de temporada, há preocupações com o elevado volume de frutas mexicanas no país norte-americano, o que tem derrubado os preços da manga em até 40% na América do Norte, segundo noticiado pelo portal Fresh Plaza.

Fonte: hfbrasil.org.br e Secex

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BATATA/CEPEA: Com normalização da colheita, cotações recuam no atacado

    Hortifruti    20/08/2018

Oferta deve continuar elevada na próxima semana

Piracicaba, 17 – A batata padrão ágata especial se desvalorizou entre os dias 13 e 17/08 nos atacados do País. No Rio de Janeiro (RJ) a queda foi de 33%, a R$ 34,00/sc de 50 kg; em São Paulo de 32,07%, fechando em R$ 40,57/sc e em Belo Horizonte de 26,69% a R$ 35,79/sc. Esse recuo nos preços já era esperado, tendo em vista que na semana passada, devido às intensas chuvas, muitos produtores não conseguiram colher, mas após a normalização das atividades de campo nesta semana por conta do clima mais firme, o volume ofertado foi maior, elevando novamente a oferta de batata o mercado. De acordo com colaboradores do Hortifruti/Cepea, há sobras de um dia para o outro. Em geral as batatas estão com bons calibre e pele em todas as principais regiões: Vargem Grande do Sul (SP), Cristalina (GO), Sul e Cerrado Mineiro e Sudoeste Paulista. Para a próxima semana, a oferta deve seguir intensa.

 

Fonte: hfbrasil.org.br

 

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MELANCIA/CEPEA: Fruta registra nova valorização na lavoura

    Hortifruti    17/08/2018

Oferta segue abaixo do previsto

Piracicaba, 17 – As cotações da melancia foram novamente maiores nesta semana (13 a 17/08), tanto nas lavouras de Goiás quanto nas do Tocantins. A oferta esteve novamente menor, principalmente em Lagoa da Confusão e Formoso do Araguaia (TO), devido ao atraso na colheita e à menor produtividade neste mês, segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea. Quanto à Uruana (GO), o menor volume já era esperado para o período, já que houve menor concentração no plantio.

Em relação aos preços, a média desta semana foi de R$ 0,57/kg para a melancia graúda (>12 kg) em Goiás e R$ 0,52/kg em Tocantins, avanço de, respectivamente, 20,5% e de 25% em relação à semana passada. Para os próximos dias, espera-se que os preços se mantenham em bons patamares, devido à previsão de manutenção da oferta e elevação das temperaturas no Sudeste, principal centro de comercialização.

Fonte: hfbrasil.org.br

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ALFACE/CEPEA: Clima pode elevar produtividade

    Hortifruti    16/08/2018

Por outro lado, chuvas podem aumentar incidência de doenças de inverno

Piracicaba, 15 – O clima no decorrer deste mês, frio e sem chuvas, deve seguir favorecendo a produtividade das roças de alface nas regiões paulistas de Mogi das Cruzes e Ibiúna, o que pode elevar a oferta da folhosa. Nesse cenário, as cotações devem recuar em agosto. Porém, com as chuvas no início de agosto e as temperaturas mais baixas, as incidências de doenças de inverno – como míldio e esclereotínia – podem retornar, impactando nas cotações e na qualidade das alfaces.

Em julho, os preços da hortaliça registraram altas. As temperaturas mais baixas durante o mês retardaram o desenvolvimento das folhosas, resultando em pés de menor tamanho e reduzindo o volume disponível para comercialização, principalmente no início do mês. Além disso, o plantio de alfaces também diminuiu, contribuindo para limitar a oferta.

Em Mogi das Cruzes, a variedade crespa teve preço médio de R$ 11,24/cx com 20 unidades em julho, valorização de 2,70% frente a junho. Em Ibiúna, o preço da americana registrou alta de 30,71% na mesma comparação, para a média de R$ 9,15/cx com 12 unidades. Segundo viveiristas, a demanda por mudas também deve continuar baixa neste mês, por conta do menor consumo do produto nesta época do ano.

Fonte: hfbrasil.org.br

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HORTIFRUTI/CEPEA: Os desafios da modernização das Ceasas no BR

    Hortifruti    16/08/2018

HF Brasil aponta os principais problemas encontrados nas Centrais nacionais

Piracicaba, 16 – A missão das Centrais de Abastecimento do Brasil é “receber, consolidar, classificar, selecionar, armazenar e comercializar alimentos perecíveis frescos, garantindo o escoamento da produção e o abastecimento da população, com qualidade e em um ambiente de comércio justo, tendo como princípio a sustentabilidade das ações”, segundo o Mapa (Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento), em trabalho de 2012 (“Plano de Modernização das Centrais de Abastecimento”). No entanto, será que as Ceasas espalhadas pelo Brasil estão cumprindo essa missão?

Agentes de mercado e técnicos de Ceasas consultados pela Hortifruti Brasil indicam que não – mas estes ressaltam a importância das Centrais na distribuição das frutas e hortaliças no País. É perceptível que as Centrais de Abastecimento têm capacidade limitada, sendo as maiores dificuldades a infraestrutura ultrapassada e a regulação e fiscalização ineficientes. Muitos dos problemas encontrados nas Centrais nacionais são reflexo das faltas de investimentos e de uma política nacional coordenada.

Os atacados representam um elo importante entre a produção e o varejo de pequena e média escalas. Mesmo que uma parte da produção não passe fisicamente pelas Centrais, parcela significativa da comercialização é realizada pelos permissionários. Além disso, trata-se da principal referência de mercado em termos de preços no atacado.

Ou seja, apesar de todas as limitações físicas, regulatórias e administrativas, as quais permissionários enfrentam atualmente, é grande a importância das Centrais dentro do setor de frutas e hortaliças. Para entender melhor o funcionamento e os principais desafios em prol da modernização enfrentados pelas Centrais de abastecimento, a Hortifruti Brasil entrevistou agentes de mercado e técnicos das Ceasas a respeito desse tema.

Para saber os resultados, confira o conteúdo completo na edição de agosto da revista Hortifruti Brasil, clicando aqui.

Fonte: hfbrasil.org.br

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CITROS/CEPEA: Laranja industrial se valoriza no spot

    Hortifruti    14/08/2018

No mercado de mesa, vendas caem, mas preços seguem firmes

Piracicaba, 10 – A demanda industrial firme em 2018/19 elevou os preços pagos pelas grandes processadoras paulistas no spot. Até semana passada, o valor máximo era de R$ 20,00/cx, colhida e posta na fábrica, mas nesta, os preços chegaram a R$ 24,00/cx nas indústrias de maior porte. Apesar de 10 unidades estarem processando atualmente, apenas seis recebem frutas no segmento spot – as outras se restringem às laranjas próprias e contratadas anteriormente.

Já no mercado de mesa paulista, o clima frio e chuvoso limitou as vendas de citros nesta semana (06 a 10/08), segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea. Contudo, a oferta restrita de frutas com boa qualidade tem sustentado os preços da laranja. Alguns produtores, inclusive, interromperam a colheita devido à chuva, reduzindo ainda mais a disponibilidade. No período, a variedade pera foi comercializada a R$ 27,86/cx de 40,8 kg, na árvore, praticamente estável (-0,2%) frente à semana anterior.

Para a lima ácida tahiti, chuvas nas principais regiões produtoras interromperam a colheita da fruta, elevando os preços. Por outro lado, as precipitações devem favorecer o crescimento da tahiti proveniente de novas floradas – com colheita prevista para o fim de setembro. A média de comercialização da variedade, nesta semana, foi de R$ 37,30/cx de 27 kg, colhida, aumento de 5,6% frente à anterior.

Fonte: hfbrasil.org.br

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