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CENOURA/CEPEA: Preços caem em MG

    Hortifruti    27/08/2018

Raízes vinham de duas semanas seguidas de alta

Piracicaba, 24 – A oferta de cenoura na região de São Gotardo (MG) aumentou nesta semana (20 a 24/08) pressionando as cotações, após duas semanas consecutivas de alta. A caixa de 29 kg da cenoura “suja” foi vendida por R$ 22,67, em média, queda de 9,3%. O volume de raízes colhidas foi maior devido à intensificação da colheita das variedades de inverno na praça. Com o clima favorável à produção, o rendimento está alto e alcançou, nesta semana, 79 t/hectare.

Apesar da boa qualidade das raízes, a expectativa para as próximas semanas não é animadora aos produtores, visto que a oferta pode se elevar ainda mais. Além disso, colaboradores do Hortifruti/Cepea afirmam que as vendas não estão boas – os clientes estão comprando em menores quantidades, resultando em acúmulo de cenouras nas lavouras. A menor saída é acarretada pelo fim do mês, período no qual comumente se vende menos.

Fonte: hfbrasil.org.br

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BATATA/CEPEA: Com normalização da colheita, cotações recuam no atacado

    Hortifruti    20/08/2018

Oferta deve continuar elevada na próxima semana

Piracicaba, 17 – A batata padrão ágata especial se desvalorizou entre os dias 13 e 17/08 nos atacados do País. No Rio de Janeiro (RJ) a queda foi de 33%, a R$ 34,00/sc de 50 kg; em São Paulo de 32,07%, fechando em R$ 40,57/sc e em Belo Horizonte de 26,69% a R$ 35,79/sc. Esse recuo nos preços já era esperado, tendo em vista que na semana passada, devido às intensas chuvas, muitos produtores não conseguiram colher, mas após a normalização das atividades de campo nesta semana por conta do clima mais firme, o volume ofertado foi maior, elevando novamente a oferta de batata o mercado. De acordo com colaboradores do Hortifruti/Cepea, há sobras de um dia para o outro. Em geral as batatas estão com bons calibre e pele em todas as principais regiões: Vargem Grande do Sul (SP), Cristalina (GO), Sul e Cerrado Mineiro e Sudoeste Paulista. Para a próxima semana, a oferta deve seguir intensa.

 

Fonte: hfbrasil.org.br

 

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MELANCIA/CEPEA: Fruta registra nova valorização na lavoura

    Hortifruti    17/08/2018

Oferta segue abaixo do previsto

Piracicaba, 17 – As cotações da melancia foram novamente maiores nesta semana (13 a 17/08), tanto nas lavouras de Goiás quanto nas do Tocantins. A oferta esteve novamente menor, principalmente em Lagoa da Confusão e Formoso do Araguaia (TO), devido ao atraso na colheita e à menor produtividade neste mês, segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea. Quanto à Uruana (GO), o menor volume já era esperado para o período, já que houve menor concentração no plantio.

Em relação aos preços, a média desta semana foi de R$ 0,57/kg para a melancia graúda (>12 kg) em Goiás e R$ 0,52/kg em Tocantins, avanço de, respectivamente, 20,5% e de 25% em relação à semana passada. Para os próximos dias, espera-se que os preços se mantenham em bons patamares, devido à previsão de manutenção da oferta e elevação das temperaturas no Sudeste, principal centro de comercialização.

Fonte: hfbrasil.org.br

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ALFACE/CEPEA: Clima pode elevar produtividade

    Hortifruti    16/08/2018

Por outro lado, chuvas podem aumentar incidência de doenças de inverno

Piracicaba, 15 – O clima no decorrer deste mês, frio e sem chuvas, deve seguir favorecendo a produtividade das roças de alface nas regiões paulistas de Mogi das Cruzes e Ibiúna, o que pode elevar a oferta da folhosa. Nesse cenário, as cotações devem recuar em agosto. Porém, com as chuvas no início de agosto e as temperaturas mais baixas, as incidências de doenças de inverno – como míldio e esclereotínia – podem retornar, impactando nas cotações e na qualidade das alfaces.

Em julho, os preços da hortaliça registraram altas. As temperaturas mais baixas durante o mês retardaram o desenvolvimento das folhosas, resultando em pés de menor tamanho e reduzindo o volume disponível para comercialização, principalmente no início do mês. Além disso, o plantio de alfaces também diminuiu, contribuindo para limitar a oferta.

Em Mogi das Cruzes, a variedade crespa teve preço médio de R$ 11,24/cx com 20 unidades em julho, valorização de 2,70% frente a junho. Em Ibiúna, o preço da americana registrou alta de 30,71% na mesma comparação, para a média de R$ 9,15/cx com 12 unidades. Segundo viveiristas, a demanda por mudas também deve continuar baixa neste mês, por conta do menor consumo do produto nesta época do ano.

Fonte: hfbrasil.org.br

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HORTIFRUTI/CEPEA: Os desafios da modernização das Ceasas no BR

    Hortifruti    16/08/2018

HF Brasil aponta os principais problemas encontrados nas Centrais nacionais

Piracicaba, 16 – A missão das Centrais de Abastecimento do Brasil é “receber, consolidar, classificar, selecionar, armazenar e comercializar alimentos perecíveis frescos, garantindo o escoamento da produção e o abastecimento da população, com qualidade e em um ambiente de comércio justo, tendo como princípio a sustentabilidade das ações”, segundo o Mapa (Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento), em trabalho de 2012 (“Plano de Modernização das Centrais de Abastecimento”). No entanto, será que as Ceasas espalhadas pelo Brasil estão cumprindo essa missão?

Agentes de mercado e técnicos de Ceasas consultados pela Hortifruti Brasil indicam que não – mas estes ressaltam a importância das Centrais na distribuição das frutas e hortaliças no País. É perceptível que as Centrais de Abastecimento têm capacidade limitada, sendo as maiores dificuldades a infraestrutura ultrapassada e a regulação e fiscalização ineficientes. Muitos dos problemas encontrados nas Centrais nacionais são reflexo das faltas de investimentos e de uma política nacional coordenada.

Os atacados representam um elo importante entre a produção e o varejo de pequena e média escalas. Mesmo que uma parte da produção não passe fisicamente pelas Centrais, parcela significativa da comercialização é realizada pelos permissionários. Além disso, trata-se da principal referência de mercado em termos de preços no atacado.

Ou seja, apesar de todas as limitações físicas, regulatórias e administrativas, as quais permissionários enfrentam atualmente, é grande a importância das Centrais dentro do setor de frutas e hortaliças. Para entender melhor o funcionamento e os principais desafios em prol da modernização enfrentados pelas Centrais de abastecimento, a Hortifruti Brasil entrevistou agentes de mercado e técnicos das Ceasas a respeito desse tema.

Para saber os resultados, confira o conteúdo completo na edição de agosto da revista Hortifruti Brasil, clicando aqui.

Fonte: hfbrasil.org.br

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MELANCIA/CEPEA: Mesmo com mercado fraco, preço sobe na lavoura

    Hortifruti    10/08/2018

Colheita ainda não se intensifica no TO

Piracicaba, 10 – Apesar da menor demanda no Sudeste, a melancia se valorizou nas lavouras de Goiás e do Tocantins nesta semana (06 a 10/08). A elevação se deu principalmente em função de uma redução da oferta em Uruana (GO), prevista para esta semana, já que se esperava uma intensificação da colheita em Lagoa da Confusão (TO) no período, o que ainda não ocorreu.

A oferta abaixo do esperado no Tocantins é devido ao atraso da safra no estado, além de menores rendimentos em algumas lavouras. Contudo, a oferta tocantinense se manteve, elevando os preços. Assim, a melancia graúda (>12 kg) foi comercializada em média por R$ 0,42/kg nas lavouras do Tocantins e por R$ 0,47/kg em Goiás, avanço de respectivos 12,6% e 24% na semana.

Fonte: hfbrasil.org.br

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ALFACE/CEPEA: Frio impacta venda de mudas em SP

    Hortifruti    09/08/2018

Oferta ainda deve permanecer elevada nos próximos dias

Piracicaba, 06 – Com as temperaturas mais baixas, a procura por folhosas se reduziu em julho e os preços foram pressionados na segunda quinzena daquele mês, em todas as praças produtoras acompanhadas pelo Hortifruti/Cepea. Com isso, as vendas de mudas também se mantiveram baixas na região de Mogi das Cruzes (SP).

Segundo viveiristas, o período de férias escolares – quando a saída das alfaces é afetada – também impactou nas vendas, por conta da redução do número de pedidos. Além disso, no final de julho, a região sofreu com a seca (devido ao risco de falta d’água), o que limitou o avanço do plantio.

A falta de chuva também prejudicou a qualidade das folhosas – as quais foram irrigadas com menor frequência. No entanto, após esse período de estiagem, as precipitações chegaram a 35 mm em Mogi das Cruzes, principalmente entre os dias 31/07 e 01/08. Com a continuidade das chuvas, o nível dos tanques e reservatórios pode aumentar na região, amenizando, assim, a falta de água anterior.

Nas próximas semanas, a procura por folhosas pode se elevar um pouco, devido ao retorno das aulas – mas ainda deve permanecer retraída, por conta do período de inverno, que reduz o consumo. A produtividade tende a aumentar, também, com a expectativa de normalização das precipitações e clima favorável, reduzindo os problemas decorrentes da seca. Desta forma, mesmo com possível aumento no consumo, a oferta ainda deve ser mais elevada, mantendo os preços nos mesmos patamares.

Fonte: hfbrasil.org.br

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CENOURA/CEPEA: Menor oferta nacional eleva preços no PR

    Hortifruti    07/08/2018

Colheita de inverno está atrasada na região

Piracicaba, 03 – Nesta semana (30/07 a 03/08), os preços se elevaram levemente em Marilândia do Sul (PR), e a caixa de 20 kg da cenoura do tipo “AAA” obteve média de R$ 20,00, valor 11% superior em relação à passada. A menor oferta nacional contribuiu para este cenário. Apesar disso, produtores consultados afirmam estar desanimados com os preços baixos das raízes e descapitalizados para a realização de investimentos na cultura, e assim, a área plantada nesta temporada de verão 2017/18 foi menor em relação à safra anterior.

Colaboradores do projeto Hortifruti/Cepea afirmam que a colheita das variedades de inverno está atrasada, contribuindo para a baixa oferta na praça. O clima no PR está favorável à produção, sendo que o rendimento das raízes obteve média de 40 t/ha nesta semana.

Fonte: hfbrasil.org.br

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MANGA/CEPEA: Tommy tem forte valorização

    Hortifruti    06/08/2018

Preço sobe 40% no Vale do São Francisco

Piracicaba, 03 – Enquanto o mercado europeu esfria lentamente para a manga palmer de Petrolina/Juazeiro (PE/BA), a tommy dispara nas cotações. O preço médio da tommy do Vale do São Francisco foi de R$ 1,64/kg nesta semana, forte valorização de 40% frente à passada.

O volume da variedade se encontra muito reduzido na região e no País, o que tem colaborado para sua valorização. Mas segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea, a alta nos valores não se deve única e exclusivamente à baixa oferta, mas também à expectativa de início dos envios aos EUA nas próximas semanas.

Fonte: hfbrasil.org.br

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TOMATE/CEPEA: Com menor entrada, cotações se elevam no atacado

    Hortifruti    01/08/2018

Qualidade do tomate é considerada muito boa

O tomate salada longa vida se valorizou na Ceagesp, o 2A e o 3A foram vendidos a R$ 18,60/cx de 20 kg (+16,25%) e a R$ 30,52/cx (+15,47%), respectivamente, entre os dias 23 e 27/07. A alta é resultado do menor volume de frutos no mercado, visto que na semana passada, devido à aceleração da maturação, mais tomates foram retirados das lavouras antecipadamente. Assim, para esses dias, os produtos disponíveis estiveram em menor escala, o que levou ao aumento nas cotações. Mesmo assim, segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea, as vendas não estão tão favoráveis, possivelmente por conta do final do mês e férias escolares. A qualidade é considerada excelente, já que o clima é favorável ao cultivo. Para a próxima semana, o cenário pode ser semelhante ou ainda melhor: menor volume e preços mais altos!

 

Fonte: hfbrasil.org.br

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