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TOMATE/CEPEA: Tomaticultura começa a se recuperar em 2018

    Hortifruti    29/08/2018

Confira os preços médios nas principais regiões produtoras

Piracicaba, 28 – A safra de verão 2017/18 (novembro/17 a junho/18) de tomate fechou com preços 36,75% acima dos custos de produção. Na primeira parte da temporada de inverno, em curso, apesar dos preços mais baixos em junho e julho, a rentabilidade também ficou positiva. É o caso de Mogi Guaçu (SP), onde a produção entre maio e junho somou 390 cx/mil pés, preço ponderado de R$ 35,59/cx e custos de R$ 25,25/cx.

Sumaré (SP), que na primeira parte da temporada de inverno produziu 360 cxs/mil pés, teve preço médio ponderado de R$ 39,43/cx e rentabilidade positiva de 13,8%. Paty do Alferes (RJ) enfrentou problemas com a produção em maio, mas as cotações também fecharam no azul até junho: R$ 30,60/cx, 31,15% maior que os custos (R$ 23,33/cx).

Em Venda Nova do Imigrante (ES), entre abril e junho, a caixa foi vendida por R$ 34,44, valor 12,33% superior aos custos de produção (R$ 30,66/cx). Em Araguari (MG), de março a junho, a rentabilidade foi 19% maior, com preço médio ponderado de R$ 30,18/cx.

Apesar desses bons números, não são todos os produtores que se capitalizaram, visto que alguns tiveram produtividade mais baixa e tomates com menores calibre e qualidade, interferindo diretamente nas cotações. Até mesmo aqueles produtores que conseguiram receita positiva na safra de inverno ainda têm dívidas de anos anteriores, sem contar a inadimplência. Assim, pode-se concluir que 2018 é um ano de recuperação para o setor, e não de forte capitalização.

Fonte: hfbrasil.org.br

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CENOURA/CEPEA: Preços caem em MG

    Hortifruti    27/08/2018

Raízes vinham de duas semanas seguidas de alta

Piracicaba, 24 – A oferta de cenoura na região de São Gotardo (MG) aumentou nesta semana (20 a 24/08) pressionando as cotações, após duas semanas consecutivas de alta. A caixa de 29 kg da cenoura “suja” foi vendida por R$ 22,67, em média, queda de 9,3%. O volume de raízes colhidas foi maior devido à intensificação da colheita das variedades de inverno na praça. Com o clima favorável à produção, o rendimento está alto e alcançou, nesta semana, 79 t/hectare.

Apesar da boa qualidade das raízes, a expectativa para as próximas semanas não é animadora aos produtores, visto que a oferta pode se elevar ainda mais. Além disso, colaboradores do Hortifruti/Cepea afirmam que as vendas não estão boas – os clientes estão comprando em menores quantidades, resultando em acúmulo de cenouras nas lavouras. A menor saída é acarretada pelo fim do mês, período no qual comumente se vende menos.

Fonte: hfbrasil.org.br

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MELANCIA/CEPEA: Fruta registra nova valorização na lavoura

    Hortifruti    17/08/2018

Oferta segue abaixo do previsto

Piracicaba, 17 – As cotações da melancia foram novamente maiores nesta semana (13 a 17/08), tanto nas lavouras de Goiás quanto nas do Tocantins. A oferta esteve novamente menor, principalmente em Lagoa da Confusão e Formoso do Araguaia (TO), devido ao atraso na colheita e à menor produtividade neste mês, segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea. Quanto à Uruana (GO), o menor volume já era esperado para o período, já que houve menor concentração no plantio.

Em relação aos preços, a média desta semana foi de R$ 0,57/kg para a melancia graúda (>12 kg) em Goiás e R$ 0,52/kg em Tocantins, avanço de, respectivamente, 20,5% e de 25% em relação à semana passada. Para os próximos dias, espera-se que os preços se mantenham em bons patamares, devido à previsão de manutenção da oferta e elevação das temperaturas no Sudeste, principal centro de comercialização.

Fonte: hfbrasil.org.br

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ALFACE/CEPEA: Frio impacta venda de mudas em SP

    Hortifruti    09/08/2018

Oferta ainda deve permanecer elevada nos próximos dias

Piracicaba, 06 – Com as temperaturas mais baixas, a procura por folhosas se reduziu em julho e os preços foram pressionados na segunda quinzena daquele mês, em todas as praças produtoras acompanhadas pelo Hortifruti/Cepea. Com isso, as vendas de mudas também se mantiveram baixas na região de Mogi das Cruzes (SP).

Segundo viveiristas, o período de férias escolares – quando a saída das alfaces é afetada – também impactou nas vendas, por conta da redução do número de pedidos. Além disso, no final de julho, a região sofreu com a seca (devido ao risco de falta d’água), o que limitou o avanço do plantio.

A falta de chuva também prejudicou a qualidade das folhosas – as quais foram irrigadas com menor frequência. No entanto, após esse período de estiagem, as precipitações chegaram a 35 mm em Mogi das Cruzes, principalmente entre os dias 31/07 e 01/08. Com a continuidade das chuvas, o nível dos tanques e reservatórios pode aumentar na região, amenizando, assim, a falta de água anterior.

Nas próximas semanas, a procura por folhosas pode se elevar um pouco, devido ao retorno das aulas – mas ainda deve permanecer retraída, por conta do período de inverno, que reduz o consumo. A produtividade tende a aumentar, também, com a expectativa de normalização das precipitações e clima favorável, reduzindo os problemas decorrentes da seca. Desta forma, mesmo com possível aumento no consumo, a oferta ainda deve ser mais elevada, mantendo os preços nos mesmos patamares.

Fonte: hfbrasil.org.br

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TOMATE/CEPEA: Com menor entrada, cotações se elevam no atacado

    Hortifruti    01/08/2018

Qualidade do tomate é considerada muito boa

O tomate salada longa vida se valorizou na Ceagesp, o 2A e o 3A foram vendidos a R$ 18,60/cx de 20 kg (+16,25%) e a R$ 30,52/cx (+15,47%), respectivamente, entre os dias 23 e 27/07. A alta é resultado do menor volume de frutos no mercado, visto que na semana passada, devido à aceleração da maturação, mais tomates foram retirados das lavouras antecipadamente. Assim, para esses dias, os produtos disponíveis estiveram em menor escala, o que levou ao aumento nas cotações. Mesmo assim, segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea, as vendas não estão tão favoráveis, possivelmente por conta do final do mês e férias escolares. A qualidade é considerada excelente, já que o clima é favorável ao cultivo. Para a próxima semana, o cenário pode ser semelhante ou ainda melhor: menor volume e preços mais altos!

 

Fonte: hfbrasil.org.br

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BATATA/CEPEA: Pressão de oferta reduz ainda mais as cotações

    Hortifruti    30/07/2018

Tendência é que os preços continuem em queda

Piracicaba, 27 – Pela terceira semana seguida, a batata padrão ágata especial se desvalorizou nos atacados paulistanos: R$ 40,71/sc de 50 kg (-21,97%) entre os dias 23 e 27/07. A queda se deve principalmente à intensificação da safra de inverno, que está com elevada área. Os tubérculos seguem com excelentes pele e calibre em todas as regiões: Sul e Cerrado Mineiro, Cristalina (GO), Chapada Diamantina (BA), Vargem Grande do Sul (SP) e Sudoeste Paulista. Como a temporada de inverno vem se intensificando, a tendência é que os preços continuem em queda nas próximas semanas.

 

Fonte: hfbrasil.org.br

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BANANA/CEPEA: Oferta de prata aumenta em julho

    Hortifruti    23/07/2018

Atividades estão se intensificando nas principais regiões produtoras

Piracicaba, 23 – A produção de banana prata está se intensificando neste mês no Norte de Minas Gerais, Bom Jesus da Lapa (BA), Vale do São Francisco (PE/BA) e Delfinópolis (MG), principais regiões produtoras da variedade. Com isso, as cotações da prata podem recuar em julho. A perspectiva é de que a “safra” da variedade, nessas regiões, tenha pico de colheita em agosto, quando os preços podem cair ainda mais.

Produtores consultados pelo Hortifruti/Cepea relataram que ainda existe a possibilidade de troca de variedade nos bananais, substituindo algumas áreas de nanica por prata. Isso porque a boa rentabilidade com essa última tem animado produtores, visto que as cotações da prata, no primeiro semestre deste ano (na média das quatro regiões), esteve 49% acima dos valores estimados para cobrir os gastos de produção de um quilo da fruta no período.

Além disso, a maior resistência da prata perante às intempéries climáticas e algumas pragas, como moleque-da-bananeira, podem favorecer esta troca. Para esta “safra”, o adensamento dos bananais na área norte e a expansão de área em Delfinópolis (MG) tendem aumentar a produtividade. Em contrapartida ao cenário da prata, a oferta de banana nanica começa a se reduzir no mercado doméstico em julho.

Fonte: hfbrasil.org.br

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MAMÃO/CEPEA: Formosa se valoriza no Sul da BA

    Hortifruti    16/07/2018

Porém, havaí limita maiores aumentos

Piracicaba, 13 – Nesta semana (09 a 13/07), a disponibilidade do mamão formosa permaneceu limitada nas principais regiões produtoras da variedade. Com isso, a demanda registrada foi suficiente para escoar as frutas e, consequentemente, favoreceu boas cotações. No Sul da Bahia, este cenário proporcionou um considerável aumento nos preços – onde a variedade foi comercializada por R$ 0,82/kg, valor 15% superior ao da semana passada.

Contudo, a valorização somente não foi maior em decorrência da grande quantidade de havaí, que tem apresentado cotações mais competitivas, e da elevada presença de mamões graúdos, que são menos procurados pelo mercado interno e externo. De acordo os colaboradores do Hortifruti/Cepea, a oferta de formosa tende a aumentar expressivamente apenas em setembro, com a volta de temperaturas mais favoráveis à maturação dos frutos e o início de colheita de roças novas.

Fonte: hfbrasil.org.br

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CENOURA/CEPEA: Mesmo com melhor procura, preços não se alteram

    Hortifruti    09/07/2018

A oferta elevada limitou um aumento na cotação da raiz

Piracicaba, 06 – Nesta semana (02 a 06/07), a saída das cenouras apresentou melhora significativa, porém, a oferta se manteve alta e, assim, os preços ficaram estáveis em relação aos da semana passada. A caixa de 29 kg da cenoura “suja” obteve média de R$ 5,20. O motivo para os preços se manterem é o excesso de mercadoria disponível neste final da safra de verão.

A produtividade das raízes é boa devido ao clima favorável – frio e seco – a média em junho foi de 78 t/ha, quantidade 12% acima do mês passado. A incidência de cenouras do tipo “G” diminuiu na região, além disso, a qualidade das raízes está satisfatória e não há problemas significativos com descartes em relação à qualidade

Fonte: hfbrasil.org.br

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MELANCIA/CEPEA: Preço se recupera em GO

    Hortifruti    25/06/2018

Oferta na região volta a ficar controlada

Piracicaba, 22 – Após a desvalorização na última semana, as melancias de Uruana (GO) registraram alta nas cotações nesta semana (18 a 22/06). Isso porque o volume acumulado após a greve foi totalmente escoado, restringindo a oferta semanal às colheitas regulares, segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea.

Com isso, o preço médio foi de R$ 0,46/kg para a melancia graúda (>12 kg) nas lavouras goianas, avanço de 11,3% em relação à semana passada. As cotações não devem ter muitas oscilações na próxima semana, devido à oferta estável em Uruana e ao fim do mês – período de menor demanda.

Fonte: hfbrasil.org.br

Por Mariane Novais e Fernanda Geraldini

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