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CEBOLA/CEPEA: Aumento do volume pressiona cotações em SP

    Hortifruti    27/07/2018

Intensificação da colheita na região paulista levou à desvalorização do bulbo

Piracicaba, 27 – Nesta semana (23 a 27/07) houve queda de preços da cebola na região de São José do Rio Pardo e Monte Alto (SP). Este fato pode ser explicado pelo aumento da oferta nacional, que vem crescendo desde julho. Em Monte Alto, o volume ainda é baixo, mas a colheita já está se intensificando e o pico de colheita está previsto para ocorrer em agosto. Segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea, a produção deste início da safra pode ser menor em relação à passada devido às chuvas que afetaram as primeiras cebolas, contudo essa situação já foi recuperada e os bulbos colhidos nas próximas semanas já devem apresentar melhor produtividade.

Como nem toda a produção está sendo absorvida pela demanda, alguns produtores continuam exportando cebola para o Paraguai, sendo uma alternativa para escoar a mercadoria. Em São José do Rio Pardo, o volume aumentou mais significativamente nesta semana e as cotações também foram pressionadas. A média dos preços ficou em R$ 0,54/kg ao produtor, 20,3% de redução em relação à semana passada. A expectativa para os próximos dias é que a maior oferta no estado paulistalimite o aumento nos preços.

Fonte: hfbrasil.org.br

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UVA/CEPEA: Cotações superam 2017 no PR

    Hortifruti    07/06/2018

No entanto, alta nos custos pressionam rentabilidade

Piracicaba, 06 – Mesmo com problemas para comercializar a produção da safra temporã do Paraná, os preços médios das uvas finas estão maiores que em 2017 no estado. Na parcial desta temporã (março a maio), a uva itália foi comercializada na média de R$ 4,60/kg em Marialva e por R$ 4,37/kg na região ao norte do PR. Já na safrinha passada de Marialva (fim de março a julho/17) e do Norte do Paraná (maio a julho/17), a variedade foi vendida na média de R$ 2,56/kg e R$ 2,35/kg, respectivamente.

No início da safra do ano passado, mesmo com qualidade e tamanho satisfatórios, a demanda enfraquecida dificultou a obtenção de bons preços. Já em maio de 2017, precipitações de mais de 100 mm em um curto intervalo de dias atingiram parte considerável da produção nas duas praças, situação que afetou ainda mais os preços das frutas, que ficaram com a qualidade comprometida.

Neste ano, por outro lado, a chuva não têm sido um problema no período da colheita – mas foi no período das podas. A elevada precipitação em dezembro/17 e janeiro/18, associada à menor área podada para esta temporada, contribuiu para uma redução da oferta nos primeiros meses da safra, o que ajudou a manter os preços em patamares elevados.

Mesmo assim, a rentabilidade nesse período tem sido pressionada em 2018, já que, com a intensificação das pulverizações e necessidade de podar novamente, os custos foram consideravelmente maiores. Dessa forma, o preço médio da itália em Marialva foi apenas 3,4% superior aos custos estimados.

Em maio deste ano, mesmo com o clima estável, a baixa demanda pelas frutas da região em conjunto com um leve aumento da oferta desvalorizou as frutas no final da temporã. Nos últimos dias de maio, a impossibilidade de escoar a produção por conta da paralisação dos caminhoneiros fez com que a quantidade de fruta no pé se elevasse, essa situação já está impactando nos preços de junho – último mês de colheita da temporã 2018 no Paraná.

Fonte: hfbrasil.org.br

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BANANA/CEPEA: Prejuízos são grandes em Bom Jesus da Lapa (BA)

    Hortifruti    01/06/2018

Paralisação dos caminheiros segue afetando o mercado

Piracicaba, 30 – A região de Bom Jesus da Lapa (BA) registrou grandes prejuízos como reflexo da greve dos caminhoneiros, que se estende por 10 dias. O ocorrido influenciou na comercialização da maioria dos hortifrútis do País. Com isso, a bananicultura segue sem preços atualizados nesta semana (28 a 30/05), devido à falta de caminhões para transportar o fruto para a venda.

De acordo com colaboradores do Hortifruti/Cepea, cerca de 40 caminhões são carregados por dia na praça baiana. Porém, estes ficaram parados na rodovia devido aos bloqueios realizados pelos manifestantes. Em reflexo, as frutas estão apodrecendo no campo e nos caminhões, resultando em um prejuízo de R$ 500 mil/dia, ou seja, cerca de R$ 3,5 milhões até esta quarta-feira desde o início da greve.

Fonte: hfbrasil.org.br

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