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MANGA/CEPEA: Tommy tem forte valorização

    Hortifruti    06/08/2018

Preço sobe 40% no Vale do São Francisco

Piracicaba, 03 – Enquanto o mercado europeu esfria lentamente para a manga palmer de Petrolina/Juazeiro (PE/BA), a tommy dispara nas cotações. O preço médio da tommy do Vale do São Francisco foi de R$ 1,64/kg nesta semana, forte valorização de 40% frente à passada.

O volume da variedade se encontra muito reduzido na região e no País, o que tem colaborado para sua valorização. Mas segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea, a alta nos valores não se deve única e exclusivamente à baixa oferta, mas também à expectativa de início dos envios aos EUA nas próximas semanas.

Fonte: hfbrasil.org.br

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BATATA/CEPEA: Pressão de oferta reduz ainda mais as cotações

    Hortifruti    30/07/2018

Tendência é que os preços continuem em queda

Piracicaba, 27 – Pela terceira semana seguida, a batata padrão ágata especial se desvalorizou nos atacados paulistanos: R$ 40,71/sc de 50 kg (-21,97%) entre os dias 23 e 27/07. A queda se deve principalmente à intensificação da safra de inverno, que está com elevada área. Os tubérculos seguem com excelentes pele e calibre em todas as regiões: Sul e Cerrado Mineiro, Cristalina (GO), Chapada Diamantina (BA), Vargem Grande do Sul (SP) e Sudoeste Paulista. Como a temporada de inverno vem se intensificando, a tendência é que os preços continuem em queda nas próximas semanas.

 

Fonte: hfbrasil.org.br

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BANANA/CEPEA: Oferta de prata aumenta em julho

    Hortifruti    23/07/2018

Atividades estão se intensificando nas principais regiões produtoras

Piracicaba, 23 – A produção de banana prata está se intensificando neste mês no Norte de Minas Gerais, Bom Jesus da Lapa (BA), Vale do São Francisco (PE/BA) e Delfinópolis (MG), principais regiões produtoras da variedade. Com isso, as cotações da prata podem recuar em julho. A perspectiva é de que a “safra” da variedade, nessas regiões, tenha pico de colheita em agosto, quando os preços podem cair ainda mais.

Produtores consultados pelo Hortifruti/Cepea relataram que ainda existe a possibilidade de troca de variedade nos bananais, substituindo algumas áreas de nanica por prata. Isso porque a boa rentabilidade com essa última tem animado produtores, visto que as cotações da prata, no primeiro semestre deste ano (na média das quatro regiões), esteve 49% acima dos valores estimados para cobrir os gastos de produção de um quilo da fruta no período.

Além disso, a maior resistência da prata perante às intempéries climáticas e algumas pragas, como moleque-da-bananeira, podem favorecer esta troca. Para esta “safra”, o adensamento dos bananais na área norte e a expansão de área em Delfinópolis (MG) tendem aumentar a produtividade. Em contrapartida ao cenário da prata, a oferta de banana nanica começa a se reduzir no mercado doméstico em julho.

Fonte: hfbrasil.org.br

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MAMÃO/CEPEA: Formosa se valoriza no Sul da BA

    Hortifruti    16/07/2018

Porém, havaí limita maiores aumentos

Piracicaba, 13 – Nesta semana (09 a 13/07), a disponibilidade do mamão formosa permaneceu limitada nas principais regiões produtoras da variedade. Com isso, a demanda registrada foi suficiente para escoar as frutas e, consequentemente, favoreceu boas cotações. No Sul da Bahia, este cenário proporcionou um considerável aumento nos preços – onde a variedade foi comercializada por R$ 0,82/kg, valor 15% superior ao da semana passada.

Contudo, a valorização somente não foi maior em decorrência da grande quantidade de havaí, que tem apresentado cotações mais competitivas, e da elevada presença de mamões graúdos, que são menos procurados pelo mercado interno e externo. De acordo os colaboradores do Hortifruti/Cepea, a oferta de formosa tende a aumentar expressivamente apenas em setembro, com a volta de temperaturas mais favoráveis à maturação dos frutos e o início de colheita de roças novas.

Fonte: hfbrasil.org.br

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CENOURA/CEPEA: Mesmo com melhor procura, preços não se alteram

    Hortifruti    09/07/2018

A oferta elevada limitou um aumento na cotação da raiz

Piracicaba, 06 – Nesta semana (02 a 06/07), a saída das cenouras apresentou melhora significativa, porém, a oferta se manteve alta e, assim, os preços ficaram estáveis em relação aos da semana passada. A caixa de 29 kg da cenoura “suja” obteve média de R$ 5,20. O motivo para os preços se manterem é o excesso de mercadoria disponível neste final da safra de verão.

A produtividade das raízes é boa devido ao clima favorável – frio e seco – a média em junho foi de 78 t/ha, quantidade 12% acima do mês passado. A incidência de cenouras do tipo “G” diminuiu na região, além disso, a qualidade das raízes está satisfatória e não há problemas significativos com descartes em relação à qualidade

Fonte: hfbrasil.org.br

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ALFACE/CEPEA: Reposição dos estoques contribui para leve alta nos preços

    Hortifruti    11/06/2018

Por outro lado, mercadoria sobra nas roças paulistas após fim da greve

Piracicaba, 08 – Após o fim da paralisação dos caminhoneiros, as cotações em Ibiúna (SP) subiram levemente nesta semana (04 a 08/06) em relação à semana do dia 21 ao dia 25/05 (primeira semana de manifestações), devido à reposição dos estoques que estavam desabastecidos. Por outro lado, com a baixa comercialização resultante da greve a oferta se manteve alta – o que gerou acúmulo de mercadoria nas roças – e o consumo continuou baixo, devido à pouca procura por folhosas nessa época do ano.

Dessa forma, segundo colaboradores do Hortifruti/Cepea, o plantio foi reduzido a fim de gerar menos sobras e prejuízos para os produtores. A qualidade continua boa em Ibiúna, mesmo com o frio atrasando o ciclo de desenvolvimento do pé. Porém, a variedade americana nessa região apresentou problemas na formação, resultado da falta de insolação nesses dias. Já em Mogi das Cruzes (SP), produtores relataram casos de míldio e tripes em algumas alfaces, porém tais problemas ainda não geraram perdas na produção.

Assim, o preço da variedade crespa em Ibiúna ficou na média de R$ 8,17/cx com 20 unidades. Em Mogi, a alface americana teve cotação de R$ 11,22/cx com 12 unidades. A perspectiva para a próxima semana (11 a 15/06) é de possível descarte da produção devido à maior quantidade de produto retido nas roças paulistas e, consequentemente, queda nos preços.

Fonte: hfbrasil.org.br

Por Isabela Camargo, Lívia Rebeca Luz e Marina Marangon

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UVA/CEPEA: Cotações superam 2017 no PR

    Hortifruti    07/06/2018

No entanto, alta nos custos pressionam rentabilidade

Piracicaba, 06 – Mesmo com problemas para comercializar a produção da safra temporã do Paraná, os preços médios das uvas finas estão maiores que em 2017 no estado. Na parcial desta temporã (março a maio), a uva itália foi comercializada na média de R$ 4,60/kg em Marialva e por R$ 4,37/kg na região ao norte do PR. Já na safrinha passada de Marialva (fim de março a julho/17) e do Norte do Paraná (maio a julho/17), a variedade foi vendida na média de R$ 2,56/kg e R$ 2,35/kg, respectivamente.

No início da safra do ano passado, mesmo com qualidade e tamanho satisfatórios, a demanda enfraquecida dificultou a obtenção de bons preços. Já em maio de 2017, precipitações de mais de 100 mm em um curto intervalo de dias atingiram parte considerável da produção nas duas praças, situação que afetou ainda mais os preços das frutas, que ficaram com a qualidade comprometida.

Neste ano, por outro lado, a chuva não têm sido um problema no período da colheita – mas foi no período das podas. A elevada precipitação em dezembro/17 e janeiro/18, associada à menor área podada para esta temporada, contribuiu para uma redução da oferta nos primeiros meses da safra, o que ajudou a manter os preços em patamares elevados.

Mesmo assim, a rentabilidade nesse período tem sido pressionada em 2018, já que, com a intensificação das pulverizações e necessidade de podar novamente, os custos foram consideravelmente maiores. Dessa forma, o preço médio da itália em Marialva foi apenas 3,4% superior aos custos estimados.

Em maio deste ano, mesmo com o clima estável, a baixa demanda pelas frutas da região em conjunto com um leve aumento da oferta desvalorizou as frutas no final da temporã. Nos últimos dias de maio, a impossibilidade de escoar a produção por conta da paralisação dos caminhoneiros fez com que a quantidade de fruta no pé se elevasse, essa situação já está impactando nos preços de junho – último mês de colheita da temporã 2018 no Paraná.

Fonte: hfbrasil.org.br

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BATATA/CEPEA: Tubérculo se valoriza nos atacados brasileiros

    Hortifruti    08/05/2018

Valorização é reflexo da menor oferta, com a redução da safra das águas e o início lento das secas.

Piracicaba, 04 – A batata padrão ágata especial começou a dar sinais de valorização nos principais atacados brasileiros: entre os dias 30/04 e 04/05 foi comercializada a R$ 66,82/sc de 50 kg (+12,21%) em São Paulo (SP), a R$ 61,48/sc (+9,05%) em Belo Horizonte (MG) e a R$ 62,73/sc (+3,82%) no Rio de Janeiro (RJ). O motivo para a alta é a menor oferta devido à redução das atividades de colheita da safra das águas e ao início ainda lento da temporada das secas.  Algumas regiões, como no Sul de Minas, praticamente não colheram esta semana, porém, o que vem impedindo maior valorização é a qualidade – a maioria das batatas apresenta pele escura e menor calibre – mantendo a amplitude de preços bastante elevada, entre R$ 40,00/sc e R$ 80,00/sc. Para a próxima semana, as cotações no atacado dependerão da quantidade de batata que entrar nos boxes.

Fonte: hfbrasil.org.br

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